Eu não sou promíscua. Mas sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro. C.L.



quinta-feira, 25 de junho de 2009

Cala-te mar

'Achei uma palavra.
decidi dizê-la ao mar,
pois não queria que mais ninguém soubesse.
Fui até o mar,
num dia calmo e com uma brisa
que acariciava toda a face.
Sentei-me na areia,
A contemplar o horizonte…
Devo ou não dizer ao mar?
Peguei uma concha
e escrevi a palavra “amor”
enquanto pensava se dizia ou não,
o mar roubou-me a palavra!
sem pedir licença nem favor!
simplesmente engoliu-a
e foi dizê-la a todo o mundo.'