Eu não sou promíscua. Mas sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro. C.L.



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

- É muito grave?
- Sinto dizer que sim.
- E como faço para me curar, doutor?
- Ora, é maligno.
- Quer dizer que vou morrer?
- Meu caro, ninguém morre de amor, a não ser que seja correspondido.

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