Eu não sou promíscua. Mas sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro. C.L.



terça-feira, 12 de julho de 2011

Há quanto tempo você não dá um abraço? Daqueles bem apertado, de tirar o ar, de ficar vermelho, de sentir o coração batendo. Daqueles que logo vem um sorriso, um entrelaçar de dedos, e uma fungada no pescoço. Daqueles que fazem relembrar todos os momentos, todos os beijos, carinhos e todos os eu te amo. Daqueles com a mão na nuca, com a mão na cintura, com a mão na mão. Daqueles de amigo, de namorado, marido, travesseiro. Daqueles mais tímidos, mais atrevidos, dos mais envergonhados, aconchegantes. Daqueles mais rapidinhos, dos mais demorados, dos que a gente se esquece. Daqueles quando tá com frio, quando tá com calor, quando tá mais ou menos. Daqueles normais, por trás, quando se está deitado, quando é inesperado. Daqueles de pegar no colo, levantar do chão. Daqueles que a gente nunca esquece, que traz segurança e paixão. Há quanto tempo você não dá um abraço?

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